CRITICA - Destrutiva ou construtiva?
Em resposta a algum retorno que tenho tido desejo esclarecer que esta coluna de opinião não pretende ser, nem acho que tem sido, um local de crítico pela crítica.
Criticar, apesar do sentido geral da palavra, não é, no entanto, sinónimo de pôr em causa.
Quando nesta coluna de opinião efectuo críticas é com o intuito de "fazer pensar".
Como alguém disse "para algo mudar é preciso incomodar." E na verdade no futsal muita coisa tem de mudar.
Tenho centrado as minhas atenções na classe dos treinadores por ser aquela em que me incluo e que melhor conheço.
Digo, claramente, que na classe dos treinadores de futsal não há, e devia haver, encontro de treinadores e debate de ideias.
É necessário haver mais diálogo e colaboração entre todos nós para podermos continuar a evoluir.
Dou um exemplo: conheço treinadores de renome na nossa associação que estagnaram na sua carreira. Tenho para mim que os primeiros sinais dessa estagnação - quando mesmo não regressão - aparecem que sempre associados à tentação de começar a transformar vitórias significativas em aprendizagens definitivas.
Assim os treinadores não evoluem e a modalidade não progride.
Óscar Rosas
Em resposta a algum retorno que tenho tido desejo esclarecer que esta coluna de opinião não pretende ser, nem acho que tem sido, um local de crítico pela crítica.Criticar, apesar do sentido geral da palavra, não é, no entanto, sinónimo de pôr em causa.
Quando nesta coluna de opinião efectuo críticas é com o intuito de "fazer pensar".
Como alguém disse "para algo mudar é preciso incomodar." E na verdade no futsal muita coisa tem de mudar.
Tenho centrado as minhas atenções na classe dos treinadores por ser aquela em que me incluo e que melhor conheço.
Digo, claramente, que na classe dos treinadores de futsal não há, e devia haver, encontro de treinadores e debate de ideias.
É necessário haver mais diálogo e colaboração entre todos nós para podermos continuar a evoluir.
Dou um exemplo: conheço treinadores de renome na nossa associação que estagnaram na sua carreira. Tenho para mim que os primeiros sinais dessa estagnação - quando mesmo não regressão - aparecem que sempre associados à tentação de começar a transformar vitórias significativas em aprendizagens definitivas.
Assim os treinadores não evoluem e a modalidade não progride.
Óscar Rosas



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